domingo, 2 de março de 2014

PAUL NEWMAN DESAFIA A 'FÚRIA DAS CONVICÇÕES' DO INFILMÁVEL ROMANCE DE KEN KESEY

Sometimes a great notion, de Ken Kesey, clássico estadunidense, é romance de estatura épica distribuído por várias camadas narrativas. Muitos o consideravam infilmável. Entretanto, possibilitou a Paul Newman sua segunda experiência na direção. O ator demonstrou competência, sensibilidade e vigor ao converter em imagens o condensado roteiro de John Gay. Uma lição para não esquecer (1970) é uma epopeia moderna, ao mesmo tempo expansiva e intimista. Expõe a face mal iluminada de um ethos esculpido pelo mais nefasto individualismo. No centro da ação estão os Stamper, família madeireira do Oregon. Ela consolida suas ações segundo os cegos princípios de uma convicção de matriz pioneira, totalmente avessa aos valores que estruturam a solidariedade comunitária. Tendo em vista o desenho dos personagens e a ambientação, Uma lição para não esquecer honraria a filmografia de um diretor como Howard Hawks. Além do mais, a realização é dramática e cinematograficamente valorizada por uma pungente e dolorosa sequência de morte, que expõe a inutilidade das convicções contra o pano de fundo da natureza surda e inclemente.







Uma lição para não esquecer
Sometimes a great notion

Direção:
Paul Newman
Produção:
John C. Foreman
Universal, Newman-Foreman Company
EUA — 1970
Elenco:
Paul Newman, Henry Fonda, Lee Remick, Michael Sarrazin, Richard Jaeckel, Linda Lawson, Cliff Potts, Sam Gilman, Lee de Broux, Jim Burk, Roy Jenson, Joel Maross, Roy Poole, Charles Tyner, Bennie E. Dobbins, Alan Gibbs, Mickey Gilbert, Dick Hudkins, Terry Leonard, Fred Lerner, Gary McLarty, Hal Needham, J. N. Roberts, Dean Smith, Fred M. Waugh, Fred Zendar, Jon Morgan Woodward.



O ator e diretor Paul Newman nas locações de Uma lição para não esquecer



Paul Newman colheu bons resultados como realizador desde que estreou no ofício dirigindo a própria mulher, Joanne Woodward, em Rachel, Rachel (Rachel, Rachel, 1968). De forma acidental retornou ao metieur em Uma lição para não esquecer, para substituir o irregular Richard A. Colla[1] após desentendimentos deste com o produtor John Foreman. Mais uma vez não decepcionou. Esteve próximo da excelência narrativa. Ao assumir a condução do projeto com as filmagens já iniciadas, extraiu do roteiro de John Gay, baseado em ponto de partida considerado infilmável de Ken Kesey — o romance de estatura épica Sometimes a great notion[2] —, uma história vigorosa. O original, publicado em 1964, é uma saga de aproximadamente 600 páginas. Abarca longo período. Distribui-se por diversas camadas narrativas e se alimenta de prosa densa e complexa. O roteiro, ainda que não percorra a integridade da obra — o que seria praticamente impossível para se obter algo minimamente coerente, com a devida profundidade, no tempo de projeção padrão de um filme —, é um primor de adaptação e concisão.


Mesmo com Newman se saindo bem na realização, não consigo deixar de pensar no que seria Sometimes a great notion se a direção estivesse a cargo de Howard Hawks. Acredito que seria o nome mais indicado para atribuir tratamento cinematográfico ao argumento, tendo em vista os personagens e a ambientação. Hawks é, por excelência, o cineasta que melhor lidou com indivíduos na qualidade de individualistas. Muitos de seus filmes, principalmente os de ação, enquadram tipos que se apoiam única e exclusivamente em suas próprias convicções e na ética do cumprimento de um dever ao qual estão sujeitos. Nisso, são profissionais no sentido pleno. Fazem o necessário, por imperativos do ofício, em acordo com o mandado de uma vocação ou de uma convicção arraigada. O herói hawksiano é alguém que se basta. Vive além e aquém dos ordenamentos comunitários. É um pioneiro, um solitário igualado à força da natureza. Assim são os Stamper, família de madeireiros do Oregon moldada pelo irascível e irredutível patriarca Henry (Fonda). Seu herdeiro e lugar tenente, Hank (Newman), pretende deixar inalterados os valores da fronteira, típicos do século XIX, que regem o grupo, cujo lema é "Não ceda uma polegada", não importa se para a natureza ou o grupo social.


Paul Newman é o individualista Hank Stamper


Uma lição para não esquecer trata da fúria das convicções. Fala de forças tão incontroláveis como as que regem os elementos naturais. Enquadra indivíduos que não se deixam dominar pela pressão da totalidade social. Em função disso, foi tachado de obra de direita, quando não de fascista, o que pode parecer estranho a um diretor engajado na defesa de causas socialmente responsáveis como Paul Newman.


Em Wakonda, no Oregon, os madeireiros formam a base social da localidade. Na tentativa de obter melhores preços do monopólio que controla a aquisição do produto, entram em greve. Porém, efetivamente pouco conseguem pois os Stamper, responsáveis pela parte mais significativa do corte e entrega da madeira, não lhes hipotecam solidariedade. Apesar de tudo, o movimento prossegue. A cidade afunda na depressão econômica. O comércio entra em falência. Mas nada demove os refratários. Contra a pressão social e sindical, o ferido Henry, apoiado pelo filho Hank e o sobrinho Joe Ben (Jaeckel), lança anátemas aos "malditos socialistas, sindicalistas e vermelhos", além de ameaçar fisicamente os negociadores que o procuram.


A isolada e praticamente inacessível residência dos Stamper, uma bastião do individualismo


Significativamente, os Stamper sequer residem na cidade, mas numa ilha do rio que serve ao escoamento das toras extraídas. O isolamento é patente. Julgam-se protegidos por Deus contra tudo e todos. São movidos por um tipo de racionalidade pioneira, que atribui crédito unicamente à palavra empenhada. É por ela que se mede a honra de um homem, acredita Henry. É por ela que o trabalho e a vida ganham sentidos. Não é pelo dinheiro. Muito menos pela solidariedade e responsabilidade com qualquer um que não for da família.


Um casarão serve de abrigo a todos os Stamper. Sob o mesmo teto são encontrados — além de Henry — Hank e Joe Ben com suas respectivas esposas, Viv (Remick) e Jan (Lawson). As mulheres — como convém a esse tipo de estrutura familiar — estão restritas ao espaço doméstico. Viv acumula mágoas e insatisfações em sua relação com o taciturno Hank, desde que teve a gravidez frustrada. Jan, por sua vez, dá sentido à crença religiosa de Joe Ben e cumpre com a sagrada missão de multiplicar a família. Ao grupo se junta o desgarrado Leeland (Sarrazin), filho da segunda esposa de Henry. Ela, por não suportar as rígidas convenções familiares, fragilizou-se. Há muito abandonou o grupo, levando o filho para Nova York logo após protagonizar uma relação extraconjugal, presenciada por Leeland, com o enteado Hank. Na ocasião, ambos contavam, respectivamente, 10 e 14 anos.


A insatisfeita Vic Stamper (Lee Remick), esposa de Hank Stamper (Paul Newman)

Leeland Stamper (Michael Sarrazin), meio-irmão de Hank Stamper (Paul Newman)


Ressentido, culpando a família pelos revezes emocionais da mãe suicida, Leeland se apresenta como anjo vingador. Sua presença causa estranhamento, devido aos modos, ideias e aparência: cabelos compridos, suavidade nos gestos, roupas despojadas e discurso liberal. Apesar da desconfiança de Henry e Hank, o filho pródigo logo se familiariza. Mesmo inexperiente, marca presença na dura e perigosa faina do corte das árvores. No entanto, lentamente se acerca de Viv com a clara intenção de seduzi-la. Acredita que Hank fizera o mesmo com a sua mãe.


A direção de Newman, ao dar vida à prosa de Ken Kasey via roteiro de John Gay, expõe a face pouco iluminada do sonho americano. No fundo, revela o nocivo individualismo que estrutura socialmente o país. Os Stamper acreditam que a vida se resume ao rotineiro movimento de trabalhar, comer e dormir enquanto desenvolvem uma consciência social da profundidade de um pires. São inamovíveis como a natureza que acreditam submeter e controlar.


A comunidade não tarda a reagir da pior forma. Usa de violência contra Hank e sabota as instalações e equipamentos da família. Temerosos com represálias, os auxiliares e empregados se afastam. De forma canhestra, o proprietário do falido cinema de Wakonda apela para Hank, ameaçando cometer suicídio. Os Stamper revidam como podem, mas acreditam que tudo estará bem enquanto tiverem a natureza ao seu favor.


O patriarca Henry Stamper (Henry Fonda), gravemente ferido, amparado pelo filho Leeland Stamper (Michael Sarrazin)


Entretanto, à medida que cresce o ressentimento da comunidade, a fúria descontrolada dos elementos também se acerca. Em um mesmo acidente Henry é mortalmente ferido ao ter o braço esmagado; e Joe Ben tem cerca da metade do corpo aprisionada por um tronco que o pressiona contra o leito do rio, impedindo-o de maiores movimentos. Enquanto Leeland leva o pai ao hospital, Hank tenta libertar o primo, operação aparentemente simples não fosse a avaria da motosserra. É uma sequência brilhantemente encenada, tanto pelo desempenho dos atores como pelo jogo de imagens. Diante de uma natureza surda e inclemente, enquadrada como fera silenciosa à espreita, os dois homens aguardam a subida da maré que represará as águas do rio e, provavelmente, fará o tronco flutuar. Tal não acontece. Hank, desesperado, aplica inúteis respirações boca a boca no submerso Joe Ben. Impotente, testemunha o lento afogamento do primo. Este aceita seu destino com humor e estoicismo. O que se vê, ao longo de aproximadamente 10 minutos, é uma sequência inquietante, na qual as câmeras flagram uma das mortes mais exasperantes e dolorosas do cinema. A sucessão de planos prolonga o suspense diante do silencioso ambiente ao redor, exemplifica a fraternidade entre os dois homens em meio ao desespero e à desolação e transmite uma inusitada sensação de claustrofobia experimentada em campo aberto e ampliada por tomadas de longa distância que apequenam a dupla frente à escala da paisagem.


Joe Ben (Richard Jaeckel) e Hank (Newman) protagonizam os momentos mais dolorosos do filme

  
Após a morte de Joe Ben o abatido Hank vai ao hospital onde testemunha, também sozinho, o falecimento do pai. É outra sequência de primor e intensidade. O filho tenta manter o moral elevado enquanto Henry insiste em passar por força da natureza, mesmo em seus últimos instantes. Reafirma o credo de jamais ceder, não importa o tamanho da polegada. Em paralelo, o resto da estrutura familiar desmorona. Jan parte com os filhos. Logo será acompanhada por Viv. A edição final da história deixou provavelmente de fora a relação sexual de Leeland com a cada vez mais frustrada personagem de Remick, no momento em que Hank acompanhava Henry no hospital. É que se tem a impressão de faltar algo para explicar o que parece ser a abrupta decisão de Viv em partir, revelada ao espectador após um corte do hospital para a casa, quando a encontramos dialogando com Leeland, como se buscasse justificativa para o ato que irá praticar.


No romance de Kesey, os Stamper aos poucos encontram a derrocada, motivada por força do seu próprio individualismo. Os membros que sobram não aprendem com os erros. Entrincheiram-se cada vez mais. No filme, a condução de Newman não encaminha a narrativa para o epílogo trágico, mas para uma saída cínica e provocadora, bem à moda da família. Depois de afogar as mágoas em razão das perdas sofridas, Hank se ergue, decidido. Neste momento, Leeland — que temporariamente se pusera à margem — ouve, por assim dizer, o primal chamado do sangue e une forças ao irmão. O trabalho tem que continuar, custe o que custar. As muitas toras acumuladas devem descer o rio. Restam somente dois homens para dar conta do recado. Mas a comunidade haverá de saber que os Stamper não se deixam vencer.


Hank Stamper (Paul Newman)


O final é épico. Perplexos, os habitantes de Wakonda assistem à operação desencadeada por Hank e Leeland com a ajuda de um rebocador. Arrastam quatro gigantescas partidas de madeira, um comboio como nunca se viu. No topo da barcaça, acintosamente, Hank amarra o braço decepado de Henry com o dedo médio em riste, apontado para o alto. Os Stamper continuam como sempre: não cedem uma polegada, conforme a máxima do patriarca.


Apoiados numa lógica de duro estoicismo e descaso em relação ao próximo, é difícil nutrir qualquer tipo de simpatia pelos Stamper. Pode-se admirá-los pela determinação e coragem pioneira, não mais que isso. São socialmente indefensáveis. A direção de Newman consegue a proeza de manter o filme fechado a qualquer tipo de romantização ao captar, com o devido rigor, o cotidiano familiar e a ética de trabalho do grupo, principalmente na descrição das atividades profissionais em meio aos canteiros de extração madeireira.


As cenas que se ocupam do corte das árvores são minuciosas e impressionantemente bem filmadas. Os homens não são vistos em suas atividades por meio de planos fechados, mas com as câmeras se movimentando pela paisagem, abertas à natureza na qual todos parecem integrados, percorrendo encostas, escalando, cortando, amarrando, transportando, correndo riscos e cuidando do maquinário. São tomadas assustadoramente viscerais. Sente-se o esforço físico despendido no trabalho, misturado com a terra revolvida pelos troncos arrastados junto com o "grito" dos equipamentos que se desgastam. O artesanato da filmagem dá a impressão de se combinar sanguineamente à recriação do cotidiano brutal da atividade madeireira. A fotografia de Richard Moore sabe valorizar as tinturas épicas do empreendimento assim como as tonalidades verdejantes dos cenários naturais de várias locações do Oregon e arredores.


"Não ceda uma polegada"
Hank (Paul Newman) testemunha a morte de Henry (Henry Fonda) 

  
Henry Fonda extrapola veracidade como o grosso e antipático Henry Stamper. Para quem interpretou o frio e desprezível assassino Frank em Era uma vez no Oeste (C'era una volta il West, 1969), de Sérgio Leone, parece que não foi difícil entrar na alma do personagem, mesmo sabendo que tanto Henry como Frank representam tipos fora da curva na carreira do ator. Paul Newman está bem na sua representação do taciturno e sempre confiante Hank. O mesmo pode ser dito de Michael Sarrazin, mas por motivos totalmente opostos. Lee Remick, infelizmente, não foi suficientemente aproveitada. Está apagada, praticamente relegada a uma figuração de luxo. Talvez por causa de falhas na sua caracterização de esposa de madeireiro. Certamente, deveria estar mais desglamourizada como a confinada dona de casa. Mas, ao contrário, é uma beleza prontamente reconhecível como se estivesse sempre arrumada para sair e espairecer. Mesmo assim, não há como esquecer que se trata de excelente atriz. Por fim, há o surpreendente Richard Jaeckel como o ingênuo e sempre disposto Joe Ben, brilhando no momento dificilmente dramático de uma morte lenta e sofrida. Sua performance o indicou ao Oscar de Melhor Ator Coadjuvante. Perdeu a estatueta para Ben Johnson por A última sessão de cinema (The last picture show, 1971), de Peter Bogdanovich.


Henry Mancini também foi indicado aos prêmios Oscar de Melhor Música e Melhor Canção, a inspirada All his children composta em parceria com Alan e Marilyn Bergman, interpretada por Charley Pride. Mas o merecidamente premiado foi Isaac Hayes pela trilha musical e canção de Shaft (Shaft, 1971), de Gordon Parks.





Roteiro: John Gay, baseado em novela de Ken Kesey. Direção de fotografia (Panavision, Technicolor): Richard Moore. Direção de arte: Philip M. Jefferies. Decoração: William Kiernan. Montagem: Bob Wyman. Música: Henry Mancini. Canção: All his children, de Henry Mancini, Alan Bergman, Marilyn Bergman, interpretada por Charley Pride. Figurinos: Edith Head. Maquiagem: Monty Westmore, John Inzerella (não creditado). Penteados: Gae Clark Butler. Penteados masculinos: Jim Markham. Som: James R. Alexander, Waldon O. Watson. Assistente de direção: Mickey McCardle. Direção de segunda unidade: Michael Moore. Gerente de unidade de produção: Arthur S. Newman Jr. Produtor associado: Frank Caffey. Co-produção executiva: Paul Newman. Coordenador de dublês: M. James Arnett. Consultor técnico: Dave Bowden, Dean Fillmore. Estagiário do Directors Guild of America: Paul J. Crossey (não creditado). Estagiário da segunda assistência de direção: Tom Joyner (não creditado). Segundos assistentes de direção: Harvey S. Laidman (não creditado), Gene Marum (não creditado). Assistente de contrarregra: Fred Chapman (não creditado). Contrarregra: Pat O'Connor (não creditado). Operador de microfones: Don Sharpless (não creditado). Efeitos especiais: Ben McMahan (não creditado), Don Wolz (não creditado). Dublês (não creditados): Stan Barrett, Jim Burk, Everett Creach, Carol Daniels, Bennie E. Dobbins, Alan Gibbs, Mickey Gilbert, Dick Hudkins, Roy Jenson, Terry Leonard, Fred Lerner, Gary McLarty, Hal Needham, J.N. Roberts, Dean Smith, Fred Waugh, Fred Zendar. Eletricista-chefe: Robert J. Banks (não creditado). Primeiro assistente de câmera: William N. Clark (não creditado). Maquinista principal: Lloyd Isbell (não creditado). Operador de câmera: Michael D. Margulies (não creditado). Operador de câmera de segunda unidade: Rexford L. Metz (não creditado). Fotografia de cena: Frank Shugrue (não creditado). Confecção de figurinos (não creditado): Norma Brown, Ron Dawson, James Linn. Assistente de produção: Annabelle King (não creditada). Publicidade: Harold Mendelsohn (não creditado). Continuidade: Marshall J. Wolins (não creditado). Créditos e efeitos óticos: Universal Title. Cosméticos: Cinematique. Sistema de mixagem de som: Westrex Recording System. Tempo de exibição: 114 minutos.


(José Eugenio Guimarães, 1975)



[1] Sam Peckinpah e Budd Boetticher manifestaram interesse pela direção de Uma lição para não esquecer ao tempo em que a produção optara por Richard A. Colla. Segundo consta, este se afastou cerca de um mês após o início das filmagens, ocasião em que Paul Newman também fraturou o tornozelo em acidente de motocicleta, acarretando na interrupção dos trabalhos. Chamado para substituir o diretor demissionário, George Roy Hill preferiu ficar de fora.
[2] Sometimes a great notion é considerado um clássico do romance estadunidense. É o segundo livro do autor e o primeiro levado ao cinema. Antes, em 1962, Kasey publicou One flew over the cuckoo's nest, que resultou no filme Um estranho no ninho (One flew over the cuckoo's next, 1975), de Milos Forman.

2 comentários:

  1. Adorei essa resenha do filme!Tenho ele aqui e assisti algumas partes!Fiquei curioso pelo filme primeiramente por tratar de uma profissão que eu fui por muitos anos,a de lenhador e segundo pela dupla de "feras" do cinema Paul Newman e Henry Fonda!

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    1. Olá, nightrider;

      Obrigado por sua participação. Sinceramente, gosto muito deste filme. Marcou-me profundamente, não tanto pelo individualismo dos personagens - algo que não me fascina -, mas pelo trabalho dos atores - uma entrega sincera.

      E aí, o filme é fiel ao cotidiano dos lenhadores?

      Grande abraço.

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