Após estrear na direção tratando dos descaminhos da
política em Bob Roberts (Bob Roberts, 1992), Tim Robbins aborda
a pena de morte em Os últimos passos de um homem (Dead
man walking, 1995). O cineasta não é favorável à sentença capital, mas
seu filme não é um manifesto franco e aberto contra ela — qual o clássico Quero
viver! (I want to live!, 1958), de Robert Wise. Apoiado na experiência
real da freira Helen Prejean — interpretada por Susan Sarandon — como
conselheira de prisioneiros no corredor da morte, Robbins se propõe mais a
discutir os efeitos da sentença capital no seio de uma sociedade praticamente
estruturada em torno de sua aplicação, bem como a problematizar o papel do
Estado como instância executora. É um dos filmes mais importantes dos
Estados Unidos nos últimos anos.
Os últimos passos de
um homem
Dead man
walking
Direção:
Tim
Robbins
Produção:
Tim
Robbins, Rudd Simmons, Jon Kilik
Polygram
Filmed Entertainment, Working Title/Havoc
EUA,
Inglaterra — 1995
Elenco:
Susan
Sarandon, Sean Penn, Robert Prosky, Raymond J. Barry, R. Lee Ermey, Louis
Smith, Scott Wilson, Roberta Maxwell, Margot Martindale, Celia Weston, Nesbitt
Blaisdell, Ray Aranha, Larry Pine, Gil Robbins, Kevin Cooney, Clancy Brown,
Adele Robbins, Michael Cullen, Peter Sarsgaard, Missy Yager, Jenny Krochmal,
Jack Black, Jon Abrahams, Arthur Bridgers, Steve Carlisle, Helen Hester, Eva
Amurri Martino, Jack Henry Robbins, Gary 'Buddy' Boe, Amy Long, Dennis Neal,
Molly Bryant, Pamela Garmon, Adrian Colon, John D. Wilmot, Margaret Lane, Sally
Ann Roberts, Alec Gifford, John Hurlbutt, Mike Longman, Pete Burris, Joan
Glover, Florrie Hathorn, Lenore Banks, Idella Cassamier, Marlon Horton, Kenitra
Singleton, Palmer Jackson, Johnathan Thomas, Walter Breaux Jr, Scott Sowers,
Cortez Nance Jr., Adam Nelson, Dalvin Ford, Derek Steeley, Jeremy Knaster, Mary
Robbins, Miles Robbins e os não creditados Marcus Lyle Brown, Joanna Doherty,
Anthony Michael Frederick, Rawleigh Moreland, Helen Prejean, Codie Scott.
Tim Robbins e Helen Prejean: o diretor e a autora do argumento |
Três anos após
estrear na direção com Bob Roberts (Bob Roberts), o ator Tim
Robbins realiza seu segundo filme, o visceral e cáustico Os últimos passos de um homem,
indicado aos Oscar de Melhor Direção, Melhor Canção Original, Melhor Ator (Sean
Penn) e Melhor Atriz, categoria na qual se saiu vitorioso com Susan Sarandon.
Ela concorria pela quinta vez[1].
Sua atuação é prova de maturidade e rigor profissional. Brilha num papel
difícil, sem a ajuda de artifícios cênicos. Conta apenas com o talento
dramático, o que lhe torna o desempenho mais vigoroso e sincero. Sem dúvida, o
prêmio foi merecido. Sarandon é casada com o diretor[2].
Os
últimos passos de um homem é o primeiro trabalho que desenvolvem
juntos.
Tim Robbins é
corpo estranho no atual cinema dos Estados Unidos. Integra uma minoria preocupada com
questões sociais. Apesar de pequeno, esse grupo já contou com maior número de
participantes nos anos 50 e 60, quando das campanhas em prol do respeito à
Constituição contra as investidas da direita macarthista, jornadas pela ampliação dos direitos civis dos negros e dos protestos à Guerra do Vietnã.
Hoje, no seio da indústria cinematográfica, e, em geral, de toda a sociedade
estadunidense, restam pálidas lembranças desses tempos. Christopher Reeve, é
provável, tinha Robbins em mente quando protagonizou surpreendente aparição na
cerimônia de entrega dos Oscar de 1996. Tetraplégico, o intérprete de Superman
endereçou um apelo em prol da realização de mais filmes centrados em questões
sociais.
Em Os
últimos passos de um homem Robbins lança novas luzes sobre o caráter da
América, como fizera em Bob Roberts. Este atualíssimo filme
— apoiado na campanha política de um populista de direita corrupto, racista,
belicoso e demagogo — aborda temas relacionados à manipulação e alienação do
eleitor, bem como à falta de responsabilidade social da mídia e do marketing
político na produção de imagens falseadas da realidade. O filme de agora debate
a validade da pena de morte e o papel do Estado na execução de condenados.
O roteiro,
escrito pelo diretor, baseia-se no livro homônimo da freira Helen Prejean,
interpretada por Sarandon. Nele, a religiosa relata sua experiência numa prisão
da Louisiana, quando atuou no corredor da morte como conselheira espiritual de
dois condenados à sentença capital. Estes, no filme, são sintetizados por
Mathew Poncelet (Penn), prestes a receber a injeção letal por emboscar,
agredir, violentar e assassinar um jovem casal de namorados.
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A freira Helen Prejean, interpretada por Susan Sarandon |
Antes, Helen
Prejean atuava em comunidades negras marginalizadas. Não tinha experiência como
conselheira espiritual ao ser escalada para acompanhar Matthew Poncelet. Ele, a
princípio, não tem interesse no aconselhamento. Em isolamento extremo, jura
inocência e atribui ao parceiro, condenado à prisão perpétua, a maior parcela
de culpa no caso. Poncelet pretende manipular a irmã para pleitear a reabertura
do processo. Chegou a elaborar moção que ela encaminha aos tribunais. Também
lhe consegue novo advogado junto às associações civis contrárias à pena capital.
Porém, no julgamento do recurso a sentença inicial é confirmada. Também não há
esperanças no gesto de clemência do governador.
Por convicção
religiosa e filosófica, Helen é contrária à pena de morte em qualquer
circunstância. Entretanto, durante a tramitação do recurso de Poncelet, percebe
que se encontra diante de questões mais graves e complexas. É obrigada a se
confrontar com os interesses dos familiares das vítimas, que não consideram a
validade de sua missão. Não há somente o condenado e sua versão para os fatos. Não
basta salvá-lo, física e espiritualmente. Também precisa compreender a posição de
outros elementos, direta e indiretamente envolvidos.
Ao dividir o foco
das atenções de Helen entre Poncelet e os familiares das vítimas — conforme previsto
no livro que serviu de base ao roteiro —, Robbins conduz
o filme aos seus melhores momentos, ampliando-lhe a densidade dramática. Esta opção
expõe de modo evidente as intenções do cineasta. Pessoalmente, Robbins se opõe
à pena de morte. Mas seu filme não é um libelo claro e assumido contra ela. Os
últimos passos de um homem pretende mais a compreensão social do
problema. Nisso, a realização se afirma plenamente. Fornece subsídios ao debate
equilibrado de um tema espinhoso, que sempre desperta paixões. Devido a isso, a
realização não tem a mesma força de — por exemplo — Quero viver! (I
want to live, 1958), de Robert Wise, franco manifesto contra a pena
capital.
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Earl Delacroix (Raymond J. Barry), pai de uma das vítimas de Mathew Poncelet, confronta Helen Prejean (Susan Sarandon) |
Quando começa a
se dividir entre Poncelet e os pais das vítimas, a personagem de Helen Prejean cresce
e se humaniza. A partir daí, sua missão também fica mais difícil, pois dúvidas
maiores passam a assaltá-la. Apesar de Robbins não avançar muito no
desenvolvimento das crises existenciais de Helen, em momento algum ela se
revela unidimensional. O desempenho de Susan Sarandon prima pela contenção. Mas
evidencia todos os impactos absorvidos pela personalidade que interpreta. Ela
os vivencia ao ouvir de viva voz os relatos cheios de ódio e sedentos de
vingança dos familiares das vítimas — representativos
de uma sociedade que elegeu a pena de morte como instrumento adequado de
expiação —; ao sentir as recriminações que lhe são
dirigidas por quem não compreende o seu trabalho; e, principalmente, ao se
deparar com a recusa arrogante de Poncelet em admitir responsabilidade pelo crime.
Ele se faz de duro e inocente o tempo todo. Só entrega os pontos nos pungentes
momentos finais. Antes, não perdia a oportunidade, em contato com a mídia, de
fazer furiosas apologias racistas, declarar-se admirador de Hitler, afirmar que
gostaria de ver todos os negros exterminados. Apela a bravatas que só lhe pioram
a situação junto à opinião pública. As atitudes do sentenciado, somadas a
outros aspectos do caso, levam Helen a fraquejar e a duvidar da missão que
abraçou. Também aumentam as pressões externas sobre ela, tornando sua situação
mais cruel e espinhosa. Na comunidade negra em que atua, passa a ser vista com
desconfiança, devido ao extremado racismo manifestado por Poncelet. A todo
momento é obrigada a se justificar junto aos seus, à sociedade, aos pais das
vítimas e para ela mesma. Quanto ao espectador, este não encontra caminhos fáceis
e simples para emitir qualquer tipo de juízo. Principalmente pelo fato de a
narrativa abandonar o maniqueísmo. Os últimos passos de um homem provoca
reflexões ao mexer com formulações e juízos geralmente tomados como definitivos
quando o tema em debate é a aplicação da punição capital. Infelizmente, o já
falecido deputado Amaral Neto — o mais franco e
ardoroso defensor da pena de morte no Brasil — não pôde
assistir ao filme de Tim Robbins.
A exposição tem a
complexidade ampliada quando a discussão proposta põe em xeque todo o sistema
penal estadunidense e a sociedade que o sustenta. Desde sua fundação pelos
puritanos, os Estados Unidos escolheram o caminho da eliminação física de seus outsiders mais perigosos. Tanto que a
pena de morte é elemento estruturador desse sistema, tão enraizada que está nas
instituições e consciências. Hilton Barber (Prosky), advogado de Poncelet, traz o tema à baila durante
o julgamento da apelação. Recapitula todos os tipos de execuções praticadas ao
longo da história do país, das mais degradantes e dolorosas de antanho às consideradas
mais humanas soluções atuais — porque não degradam a aparência externa dos condenados.
Ao fim, adverte: nenhuma dessas punições resolveu a questão da criminalidade. Apenas
desumanizaram mais a sociedade. Se as formas de matar evoluíram, os métodos
mais sutis e atuais de eliminação em nada atenuam a barbárie que o Estado pratica
em nome da sociedade. Os meios considerados mais piedosos de execução, como a
injeção letal, por si nada representam. Seu pretenso caráter indolor só
contribui para tornar as consciências menos culpadas. Diante disso, advém o
estímulo à ampliação do número de execuções, amparado na justificativa de que
agora os condenados sofrem menos. Sem falar que se produz maior indiferença
social ao problema, resultado da forma banal e simplista de se tratar o
assunto.
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Robert Prosky no papel de Hilton Barber, advogado de Mathew Poncelet no julgamento da apelação |
Poncelet não tem
escapatória. Helen deve prepará-lo para o momento final. Procura humanizar o
homem travestido de fera, disfarce que só amplia o ódio e o rancor que a
sociedade sente por ele. As palavras de conforto e alívio que leva ao
prisioneiro atuam no sentido de dignificá-lo perante as testemunhas da execução
e da sociedade em geral. A exortação faz efeito quando Poncelet, perto da hora
fatal, admite participação ativa na chacina pela qual foi condenado. O momento é
de alívio para ele e Helen Prejean. Se até aí o filme é duro de acompanhar, fica
mais doloroso nas proximidades do epílogo. Principalmente pela crueldade ímpar
que cerca o ritual da execução. O Estado isola e envolve o sentenciado de todas
as formas. Este deixa de contar como indivíduo. Não pertence a mais ninguém,
nem a si próprio. É totalmente apropriado pela instituição estatal, que o vigia
constantemente, para impedir tentativas de suicídio. O ambiente da execução
prima pelo excesso de assepsia. Tudo é muito limpo e branco. Instantes antes de
caminhar na linha verde, Poncelet é
visitado por seus familiares. Mas não pode ser tocado por nenhum deles. Depois,
tem direito ao último telefonema. Nos minutos derradeiros, os cuidados
higiênicos aumentam. O prisioneiro é envolvido em fraldas, anteparo aos efeitos
de involuntárias e indesejáveis contrações intestinais provocadas pelo medo.
Finalmente, dá os últimos passos de sua vida. Um guarda segue à frente, abrindo
passagem com o arrepiante grito “dead
man walking” ("homem morto andando”). Tudo isso é parte de um frio e
racionalmente bem articulado mecanismo de vingança, um assassinato justificado
e bem urdido, todo revestido de legalidade, que não deixa escapar detalhe
algum. Formalmente, ninguém será responsabilizado por esse crime. Afinal, é o
Estado — instituição despersonalizada —, que toma para si a responsabilidade de
matar.
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Mathew Poncelet (Sean Penn) quando da última vista dos seus familiares |
Quando Poncelet
tem direito às palavras finais, não há como o espectador ficar impassível. O
momento é carregado de angústia, apesar da opção de Robbins por um relato
equilibrado, o mais objetivo possível. O filme não tem efeitos e enfeites. São
mínimos os momentos de descontração. O humor surge em poucas passagens, nos
diálogos entre os personagens. Parece que serve mais para aliviá-los que ao
espectador. A este, permite-se escassa ou nenhuma fruição. Nem mesmo na
passagem mais claramente bem humorada o riso é fácil. Trata-se da brilhante
sequência em que Helen e uma colega conversam sobre o local do sepultamento de
Poncelet, em um cemitério da ordem, ao lado do jazigo de uma freira que fora muito
ciosa de sua condição celibatária. Agora, ironicamente, passará toda a
eternidade deitada ao lado de um homem. As duas parecem lamentar o destino da
religiosa, mas acabam rindo gostosamente da situação.
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Mathew Poncelet (Sean Penn) - com Helen Prejean (Susan Sarandon) - prestes a dar seus últimos passos |
Entre as questões
sugeridas pelo filme estão as que dizem respeito ao caráter religioso do povo
americano, considerado cristão. Mas uma sociedade que fundamenta sua justiça
nas prédicas do Antigo Testamento, repleto de alusões à pena de Talião, à
justificativa da vingança, a ditos como “olho por olho, dente por dente”, pode,
de fato, ser considerada cristã? O humanismo, a compreensão, o perdão e o amor
ao próximo, tão presentes no Novo Testamento, parecem passar batidos por lá.
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Helen Prejean (Susan Sarandon) |
Susan Sarandon,
para compor sua personagem, conviveu pouco mais de um ano com a irmã Helen
Prejean, antes mesmo da conclusão do roteiro. Fisicamente, não se parece nem um
pouco ela. A religiosa é obesa, de baixa estatura, muito distante do fenótipo
vistoso da atriz. Mas isso é apenas um detalhe de pouca ou nenhuma relevância.
Roteiro: Tim Robbins, com base no livro Dead
man walking, de Helen Prejean. Casting:
Douglas Aibel. Música: David
Robbins. Desenho de produção:
Richard Hoaver. Direção de fotografia
(cores): Roger A. Deakins. Produção
executiva: Tim Bevan, Eric Fellner. Consultoria:
Helen Prejean. Gerente de unidade de
produção: Rudd Simmons. Produtores
associados: Alan F. Nichols, Mark Seldis, R. A. White. Direção de arte: Tom Warren. Canção: Dead
man walking, de Bruce Springsteen, interpretada pelo autor. Sistema
de mixagem de som: Dolby Digital. Montagem: Lisa Zeno Churgin, Ray
Hubley. Figurinos: Renee Ehrlich
Kalfus. Planejamento de maquiagem de
Susan Sarandon: Marilyn Carbone. Maquiagem
principal: Michal Bigger. Assistente
de maquiagem em New Orleans: Allison Gordin. Penteados de Sean Penn: Michael Kriston. Penteados principais: Aaron F. Quarles. Penteados adicionais em New York: Lizz Scalice. Assistente de penteados em New Orleans:
Donna Spahn. Assistente de maquiagem:
Stacy Kelly (não creditada). Estagiário
do Directors Guild of America: Patrick Mangan. Primeiro assistente de direção: Allan F. Nicholls. Segundos assistentes de direção: Sam
Hoffman, Ann C. Salzer. Supervisão da
pós-produção: Graham Stumpf. Supervisor
de produção: Nancy Kriegel. Arte cênica em
New Orleans: John Herbert, Malcolm McClay. Arte
cênica em New York: Margot Therre, Greg Williams, Lucian Baran. Assistente
de contra-regra em New Orleans:
Coril Joseph. Assistente de
contra-regra: Travis Wright. Assistente
de decoração em New Orleans: Joanne Schmidt. Assistente de direção de arte em New York: David Stein. Assistente de direção de arte: Scott P.
Murphy (não creditado). Assistente de
produção de camareiros em New Orleans: Morgan Miller. Assistente de produção do departamento de arte em New Orleans:
Shawna Starkman. Assistente de produção
do departamento de arte em New York: Mary Wigmore. Camareiros em New Orleans: Brian S. Kasch, E. J.
Levron Jr., Jack Blanchard, Michael Martin. Camareiros em New York: Henry Kaplan, Lawrence Amanuel. Camareiros: Eric M. Metzger,Jacqueline
Arnot (não creditado), Michael Hendrick (não creditado). Capataz de construções em New York: Michael Curry Sr. Capataz de construções: Chuck Stringer
(não creditado). Carpintaria em New
Orleans: John S. Wright. Chefe de
arte cênica em New Orleans: James Sorice, Larry Spurlock. Chefe de carpintaria em New Orleans:
George 'Chuck' Stringer III. Chefe de
equipe do departamento de arte em New Orleans: Patrick McGuire. Chefe de equipe do departamento de arte em
New York: Timothy Metzger. Construtores em
New York: Glen Engels, Ralph Fratianni, Kevin A. Tonkin. Construtor principal em New York: Arne Olsen. Contra-regra: Tom Wright. Coordenação
cênica em New York: Chinyere Ryan. Coordenação
de construções em New Orleans: Nick Rippon. Coordenação de construções em New
York: Martin Bernstein. Coordenação do departamento de arte em New
Orleans: Christie Alexander. Coordenação
do departamento de arte em New York: Phillis Lehmer. Decoração em New York: Harvey Goldberg, Laurie
Friedman. Direção de arte em New
Orleans: Kenneth Hardy. Habilidades
gerais em New York: Charles H. Furey, Eugene J. Hines, Richard S. Kamin. Habilidades
gerais: Mark Mann. Pintura: Patrick K. Coppinger (não
creditado). Storyboard: Brick Mason
(não creditado). Aprendiz de edição de
som: Daniel Pagan. Assistente de
edição de som: Yvette Nabel. Assistente
de engenheiro de gravação de som: Yvonne Yedibalian. Consultor de som stereo pela Dolby: Bradford L. Hohle. Edição de diálogos adicionais: Hal
Levinsohn. Edição de diálogos:
Anthony 'Chic' Ciccolini III, Harry Peck Bolles. Edição de som: Lynn Sable. Engenheiro
de gravação de som: Gary Chester. Engenheiro
de mixagem sonora: Gary Chester. Gravação
de som: Bob Olari, Joel Holland, Scott Dior. Mixagem da regravação de som: Rick Dior. Mixagem de diálogos adicionais em Los Angeles: Charleen Richards. Mixagem de diálogos adicionais em New York:
Paul Zydel. Mixagem de ruídos:
George Lara. Mixagem sonora: Tod A.
Maitland. Operador de boom: T. J.
O'Mara. Ruídos de passos: Bryan
Vancho. Segundo assistente de engenheiro
de gravação de som: Jim Murray. Supervisão
da edição de som: Dan Sable. Boy da
eletricidade: William Moore. Boy de
ferramentas e manutenção: Charles Marroquin. Cabos elétricos em New York: Richie Ford. Eletricistas em New Orleans: Cougar Easley, Erskin Mitchell, Mike
Smith, Paul Olinde (não creditado). Eletricistas
em New York: Greg Addison, Joe Grimaldi, Lance A. Shepherd. Eletricista: Jeremy Knaster. Eletricista-chefe: Bill O'Leary. Estagiário de câmera em New York: Kris
Enos. Ferramentas e manutenção de cabos
elétricos em New York: Jonathan Graham. Ferramentas e manutenção em New Orleans: Buddy Carr, Chris
Robertson, Val Zimmer. Ferramentas e
manutenção em New York: Monique Mitchell, Tony Arnaud, Gary Martone. Ferramentas e manutenção: Dollar Bill
McCord, John B. Pekkanen (não creditado), Mitchell Andrew Lillian. Fotografia de cena: Demmie Todd. Manutenção e movimentação da dolly:
Bruce Hamme. Operador de câmera em New
York: Abe Schrager (não creditado). Operador
de câmera: Robin Brown. Operador de
vídeo playback: Brian Carmichael. Primeiro
assistente de câmera: Andy Harris. Segundo
assistente de câmera em New Orleans: Sal Camacho. Segundo assistente de câmera: Adam Gilmore. Assistente de casting em New Orleans: Rebecca Gibson. Assistente de casting: Jordan Beswick. Assistente de figurinos: Kim Marie
Druce. Assistente de produção de
guarda-roupa em New York: Alix Hester. Assistentes
de guarda-roupa: Gina Lombardino, Jeanne Normand. Casting de vozes para som adicional: David H. Kramer (não
creditado). Casting extra em New
Orleans: Tracy Kilpatrick. Casting extra
em New York: Grant Wilfley, Vicki Cosentino. Guarda-roupa adicional em New Orleans: Bonney Langfitt. Supervisão de guarda-roupa: Hartsell
Taylor, Peter White. Aprendiz de
montagem em New Orleans: Chris Lechler. Aprendizes de montagem: Michael J. Wechsler, Sandra Nash, James Nichols
Jr., Eddie Nichols, Anne O'Brien, Angela Organ, Sara Corrigan (não creditado). Arranjos do coral e condução musical:
Gil Robbins. Assistentes de montagem:
Kristen Johnson, Shawna Starkman. Assistente
de pós-produção para Tim Robbins: Allison R. Hebble . Assistentes de pós-produção: Chris Talbott, Mary Wigmore. Assistente de produção da montagem em New
Orleans: Julie Daggett. Assistente
musical: David Klotz. Assuntos e
negócios musicais: Ira Selsky, Jill Meyers. Colorização: John Dowdell (não creditado), John Dowdell (não
creditado), Tom Salvatore. Consultoria
musical em New Orleans: Alison Miner. Consultoria
musical em New York: Annie Ohayon. Edição musical: Patrick Mullins. Engenheiro de gravação da trilha musical: Gary Chester. Estagiário da pós-produção: Barry Gastelu.
Executivo no cargo de músico: Dawn
Soler. Gerente de licenciamento musical:
Frankie Pine. Gerente de projetos
musicais: Julianne Kelley. Mixagem
da trilha musical: Gary Chester. Músicos:
David Robbins (guitarras elétricas e acústica), David Spinozza (guitarra
adicional), John Vartan (oud, kementci e tambor), Ron Wasserman (baixo),
Frederic Zlotkin (violoncelo), Eugene Moye (violoncelo), Juliet Hafner (viola),
Dildar Hussain (tabla), Mino Cinélu (percussão, flauta e acordeón), Richard
Locker (violoncelo), Ry Cooder (guitarra adicional), Joel Diamond (órgão),
Seamus Egan (gaita escocesa), Norwood Fisher (baixo), Phillip Fisher
(tambores), Eric Friedlander (violoncelo), Susan Pray (viola), David Ratajczak
(tambores), Farrukh Fateh Ali Khan (harmonia e vocais), John Beal (baixo),
Frank Centeno (baixo). Organização da
orquestra: Juliet Haffner. Organização
do coral: David Düsing. Orquestração:
David Richard Campbell. Primeiro
assistente de montagem: Clare Larson. Produção
musical das canções: Ry Cooder. Segundo
assistente de montagem: Agnès Challe-Grandits. Solista: Gale Limansky. Supervisão musical: David Robbins. Transportes: Peter Aquino, Elven
Barrows, William B. Borges, Edward Brumfield, Greg Collins, Jerry Everett, John
Fitzpatrick, Charlie Franklin, Huey Grey, Davis Hawn, Jimmy Humphreys, Earl R.
Hurst Sr., Loney Landry, David McMiller, Poland Perkins, Al Sens, Phillip L.
Tomalin Jr., Chip Vincent, Louis Volpe, Ralph Volpe, James Patrick Whalen Jr.,
Bobby Williamson. Assistente de contabilidade em New Orleans: Kathleen Richter. Assistente de contabilidade em New York: Carla M. Schorr. Assistente de coordenação da produção em
New York: M. J. Magbanua. Assistente
de David Robbins: Ron James. Assistente
de engenheiro de mixagem de som: Robb Williams. Assistentes de pessoal em New Orleans: Debbie Berins, Joe Russo,
Victoria Person. Assistentes de pessoal
em New York: Gretchen Hatz, Jeremy Fader, Michael Remacle. Assistente de produção de locações em New
Orleans: Cynthia Carriere. Assistentes de
produção no set em New Orleans: Adrian Colon, Christine Donatelli, Scott
August. Assistentes de produção no set em New York: David 'Flip' Filippi, Lisa Gaede. Assistente de produção no set: James
Roque. Assistente de Sean Penn:
Holly Cherry. Assistente de segurança em
New York: Greg Cattano. Assistente
de Susan Sarandon: Allison R. Hebble. Assistente
de Tim Robbins: David Carmel. Assistente
para os produtores: Shelley Geiler. Assistente
principal de produção no set: Chris Gilmer. Assistentes-chefes em New Orleans: Marcus Barben, Steven Josephs. Assistentes da coordenação de produção em
New York: Peter Schön., Sallie Jones Arata, Shirley Davis (não creditado). Assistentes de contabilidade em New York:
Melissa Logan, Joseph Lombardi. Assistentes
de gerente de locações em New Orleans: Dana A. Hanby, Elston Howard. Assuntos legais: Ira Selsky, Jill
Meyers. Chefe de assuntos legais pela
Working Title: Angela Morrison. Chefe
de finanças pela Working Title: Rashid Chinchanwala. Chefe de produção pela Working Title: Jane Frazer. Chefes em New Orleans: Brad 'Mo' Gremillion, Gary
Miller. Contabilidade da pós-produção: Patrick Sheedy. Contabilidade
em New Orleans: Anne Wilson. Contabilidade
em New York: Mindy Sheldon. Continuidade:
Eva Z. Cabrera. Coordenação de
estacionamento em New York: Delroy Hunter. Coordenação de locações em New York: Lys Hopper. Coordenação de produção: Michele
Giordano. Dublê de corpo para Missy
Yager: Nicole DuBois (não creditada). Equipe
de sons adicionais: Adele Robbins, Jack Henry Robbins, Dean Robinson, Aldis
Hodge, Edwin Hodge, Ben Rothman, Dina Platias, Steve Porter, Eva Amurri
Martino, Lee Arenberg, Ned Bellamy, Brian Brophy, Molly Bryant, Pierce Cravens,
Abby Fender, Jeff Foster, Kyle Gass, Joe Grimm, Hillary Hawkins, Dionna
Hickman, Patti Tippo, Cari Dean Whittemore, Tricia Parks. Estagiário em New Orleans: Genevieve King. Estagiário em New York: Cole Kazdin. Gerente de locações em New Orleans: Barbara Heller. Gerente de palco em New York: Eric David Zoback. Habilidades em New Orleans: Kayla
Chaillot, Ron Terry. Habilidades em New
York: Anthony Monteforte, Dawn Wolf, Israel Larios. Instrutor de diálogos: Tim Monich. Planejamento de créditos: Gerry Hawkins. Presidente de desenvolvimento e produção pela Working Title: Liza
Chasin. Publicidade em New Orleans:
Katherine Ann Moore. Secretaria da
produção em New Orleans: Bonnie Friedman. Secretaria de produção em New York: Jason Clark Ramsey. Segurança: Albert G. Ruben. Serviços legais pela Working Title:
Rachel Holroyd. Serviços legais:
Billy Hinshelwood, Candice Kersh, Howard Fabrick, Jill Goldstein, Oliver
Goodenough, Kay Collyer. Tatuagens:
Brad Fox. Agradecimentos especiais a:
Brigid Boden, Sharon Boyle, Clancy Brown, Burl Cain, Kimberly M. Carbo, Gayle
Carpenter, Sam Caruso, Steve Castellano, Sam Cohn, Ry Cooder, Cindy Cook,
Maureen Crowe, David Daugherty, Rashid Ahmed Din, Arlene Donovan, Deana Elwell,
O.P. Donald Everard, Rick Finkelstein, Sister Lillian Flavin, Peter Gabriel,
Elaine Goldsmith-Thomas, Peter D. Graves, Samantha Hart, Nadine Hasan, Ken Hertz,
Hyatt Hood, Elton Jones, Malcolm Joseph, Dr. Katz, Michael Kelly, Erin Kovel,
Michael Kuhn, Barry Levine, Sister Margaret Maggio, Norik Manoukian, R. Dwayne
McFatter, Tom Mikkelsen, Marc H. Morial, Grant Morris, Aline Perry, Pliny
Porter, Kieran Alexander Presley, Malcolm Ritchie, Chelsea Robbins, Gabrielle
Robbins, Thiery Robbins, Julia Roberts, Michael Sartisky, Russell Schwartz,
Patti Scialfa, Marjolaine Sebagh, Jody Silverman, Jack Snyder, Bruce
Springsteen, Roger Stein, Stewart Till, Nicole Vaudry, Eddie Vedder, Keith
Villere, Bart Walker, Suzanne Weinert, Mark Wolfe, Simon Abkarian, Barry
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a: Thelma Bledsoe, Lee Robbins. Serviços
de folha de pagamentos: Axium Entertainment Group. Serviços de projeção: Boston Light & Sound. Gravação da trilha musical: Columbia
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Film Commission. Serviços digitais:
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serviços óticos: Pacific Title. Estúdio
de mixagem da trilha sonora: Sony Music Studios. Serviços de tatuagem: Temptu. Tempo
de exibição: 122 minutos.
(José Eugenio Guimarães, 1996)
[1] Susan Sarandon recebeu indicações por Atlantic
City (Atlantic City, 1980), de Louis Malle; Thelma e Louise (Thelma
& Louise, 1991), de Ridley Scott; O óleo de Lorenzo (Lorenzo’s
oil, 1992), de George Miller; e O cliente (The client, 1994), de
Joel Schumacher.
[2] Esta apreciação é de 1996. Atualmente, Sarandon e
Robbins estão separados.