domingo, 19 de maio de 2013

FLAGRANTES DA VIDA FAMILIAR DE EXTRAÇÃO PURITANA NUM PERÍODO DE TRANSFORMAÇÕES

Mr. e Mrs. Bridge – Cenas de uma família (Mr. and Mrs. Bridge, 1990), de James Ivory, é filme de narrativa episódica. Acompanha o cotidiano de um grupo familiar de extração puritana, norte-americano e de classe média alta durante o final da década de 30 aos primeiros anos da Segunda Guerra Mundial. As interpretações fornecem seus principais atrativos. Os excessos de formalismo e contenção, tão marcantes em Ivory, frustram as expectativas da realização, além da aprisioná-la na redoma do artificialismo. A apreciação é de 2001.







Mr. e Mrs. Bridge ‑ Cenas de uma família
Mr. and Mrs. Bridge

Direção:
James Ivory
Produção:
Ismail Merchant
Cineplex Odeon Films, Miramax, Merchant Ivory Productions, RHI Entertainment
EUA, Inglaterra — 1990
Elenco:
Paul Newman, Joanne Woodward, Simon Callow, Blythe Danner, Robert Sean Leonard, Margaret Welsh, Austin Pedleton, Saundra McClain, Gale Garnett, Robert Levine, John Bell, Kyra Sedgwick, Remak Ramsay, Addison Myers, Roger Burget, Al Christy, Joe Tinoco, Ben Stephenson, Diane Kagan, Alison Sneegas, Mark Yonally, Buck Baker, Danny Cox, Robyn Rosenfeld, Roch Leibovici, Hubert Saint-Macary, Laurence Goua, The Nicolodis, Judy Judd, Nora Denney, Charles Perkins, Allen Monroe, Richard Ross, Milton Abel, Spencer Keesee, Marcus Giamatti, Robin Humphrey, Kathy Quinn-Byrne, John Anthony, Jennifer Conforti, Tom Hall, Joanne Carr, Robert Westenberg, Florence Hall, Lee Lambert, Jocelyn Hamilton, Andy Knott, Melissa Newman e os não creditados Linden Ashby, Will C., Malachy McCourt, Richard Alan Nichols.




O diretor James Ivory e o produtor Ismail Merchant 


Conheço poucos filmes de James Ivory: Luxúria (Quartet, 1981), Uma janela para o amor (A room to view, 1986), Retorno a Howards End (Howards End, 1991), Vestígios do dia (The remains of the Day, 1993) e, claro, Mr. e Mrs. Bridge – Cenas de uma família. Apenas cinco realizações de uma filmografia que soma trinta títulos até o momento, iniciada em 1957 com o documentário curto Venice: themes and variations e estacionada em A taça de ouro (The Golden Bowl, 2000).


A quantidade vista não perfaz amostragem significativa para avaliar uma carreira especializada na reconstituição de épocas flagradas em suas fases críticas, sujeitas às ebulições da mudança histórica, obrigando indivíduos aos rearranjos situacionais que afetam rotinas e costumes. Ivory, pode-se dizer, dirige épicos. Mas não está preso às reproduções em grande escala dos períodos abordados. Seu foco, fechado e intimista, detém-se sobre grupo reduzido de personagens em contato quase direto com a câmera, devido às preferências do realizador por tomadas em close, planos médios e próximos. Os ambientes fazem sentido à medida que são preenchidos praticamente por inteiro pelos atores. Estes, de certa maneira, formam o próprio cenário dos filmes, sem que isso signifique descuido nos aspectos que informam as especificidades dos espaços e das épocas abordadas.


Ivory é cuidadoso e meticuloso nas encenações. Sua mirada persegue a objetividade, com o mínimo de envolvimento pessoal. Tanto que seus filmes apresentam, em geral, andamento seco, frio e distanciado. O espectador não se sente motivado a tomar parte da história e a se envolver emocionalmente com os personagens. Tais apreciações, evidentemente, estão baseadas apenas em cinco títulos. Seria temerário generalizá-las para uma filmografia inteira e em andamento. Mas Luxúria, Uma janela para o amor, Retorno a Howards End, Vestígios do dia e Mr. e Mrs. Bridges – Cenas de uma família são reveladores de um estilo requintado de realização, marcado pelo apuro nos enquadramentos, iluminação, figurinos, recriação de ambientes e condução discreta dos atores, mesmo em momentos tensos e dramáticos. Os roteiros são bem detalhados e a trilha musical é mantida com o volume em níveis razoáveis. Apontadas essas características, pode-se dizer que Ivory realiza bons filmes. Mas nunca consegue elevá-los às proximidades do plenamente satisfatório. É tudo muito enquadradinho, limpinho, arrumadinho, engomadinho e excessivamente comportado segundo a cartilha do bom gosto. Parecem faltar às encenações pulsações reveladoras da vitalidade e realidade. Ficam à beira do inverossímil devido ao excesso de artificialismo. Um pouco de poeira nos ambientes e algum esgarçamento nos trajes cairiam bem.


India (Joanne Woodward)  e Walter (Paul Newman): o casal Bridge 

Mr. e Mrs. Bridge – Cenas de uma família está apoiado em dois romances complementares: Mr. Bridge e Mrs. Bridge, escritos por Evan S. Connell em 1969 e 1959, respectivamente. Os personagens dos títulos formam o casal Walter e India Bridge, interpretado por Paul Newman e Joanne Woodward, casados na vida real. São os cabeças de uma família puritana norte-americana de classe média alta levando a vida em Kansas City do final da década de 30 aos primeiros anos da Segunda Guerra Mundial. O roteiro de Ruth Prawer Jhabvala é fiel à estrutura episódica dos originais. Então, o filme não conta propriamente uma história. Apresenta flashs centrados no estilo de vida do casal, nas suas relações sociais e na interação de pai e mãe com os filhos entrando na fase adulta: Carolyn (Welsh), Ruth (Sedgwick) e Douglas (Leonard). Os episódios revelam conflitos os mais diversos que nunca chegam a ser resolvidos. No centro das ações eleva-se a figura de Walter, advogado bem sucedido, conservador, individualista e fiel eleitor do Partido Republicano. Procura manter a família dentro dos estreitos limites de uma moral valorizadora da contenção e da respeitabilidade. No seu entorno flutua, de forma praticamente fantasmagórica, a esposa India, limitada ao papel de dona de casa frustrada em seus desejos e vontades, com pouco conhecimento da vida e mal preparada para a resolução de problemas que dependem de alguma prática.



Walter (Paul Newman) e India (Joanne Woodward):  aparência e contenção

A família Bridge em momento de rara e relativa descontração

Os Bridge são prisioneiros de uma moralidade de extração vitoriana. Estão prestes a passar por um período de transformações profundas, que afetará por completo a segurança dos seus valores. Os anos pós-Segunda Guerra Mundial introduzirão relações e posturas mais arejadas. Mas Walter, tão autocentrado, é incapaz de perceber os prenúncios de qualquer abalo nas estruturas do seu mundo. Emocionalmente reprimido e excessivamente econômico na distribuição de afetos, ama India conforme os códigos aos quais foi habituado. No trabalho, sequer nota os apelos da secretária Julia (Kagan), desejosa de lhe chamar a atenção para a data comemorativa dos seus 20 anos dedicados à firma. Com relação aos filhos, em idade de autoafirmação, recusa-se a vê-los trilhando trajetos alternativos aos permitidos por padrões de decoro que considera válidos e imutáveis. Em consequência, acabam, de certa forma, rebelando-se: Ruth parte para Nova York, tentando dar vazão às ambições artísticas e literárias; Carolyn se relaciona com um jovem de extração social inferior; e Douglas, com reações e hábitos parecidíssimos aos do pai, alista-se nas forças armadas com a estrada dos EUA na Segunda Guerra Mundial.


A família Bridge

Situações engraçadas contribuem para a melhor caracterização de Walter e de seu particular relacionamento com o mundo. Ao saber de seu crítico estado de saúde, conduziu a atônita India ao banco. Sem comunicados prévios, apresentou-a a todos os investimentos financeiros que fez ao longo dos anos, como a lhe dizer que estaria segura e amparada caso falecesse. Com Douglas, no entanto, é mais minucioso: alerta-o para o grau da enfermidade e dos cuidados a devotar à mãe assim que vier a faltar. Em outro momento, no clube, Walter, sempre imprevisível nos seus rompantes, surpreende a esposa com passagens para uma temporada na Europa. No entanto, aproxima-se um tornado. Apesar do alerta e da retirada dos demais presentes para a segurança dos abrigos, ele se mantém inabalável à mesa, diante do nervosismo da esposa, enquanto comunica os preparativos da viagem e os lugares a visitar. Fenômeno meteorológico algum, ou qualquer outro imprevisto, abala os cálculos, as previsões e a agenda de personagem tão seguro de si.


India (Woodward), Carolyn (Walsh) e Walter (Newman)

India, por sua vez, está limitada ao espaço doméstico, no qual é geralmente pouco percebida, tornando-se às vezes, para marido e filhos, uma necessária mas incômoda presença. Fora do lar, dedica-se às típicas atividades sociais direcionadas às mulheres de sua extração: aulas de pintura, jogos no clube, chá com as amigas. Em casa, faz tudo para agradar. Mantém o ambiente arrumado, gerencia as atividades da empregada Harriet (McClain), pensa nos pratos a preparar, verifica o estado das roupas de todos etc. A isso se resume a vida familiar de India. Seus sonhos e paixões foram sacrificados a uma existência medíocre. Dela não se espera qualquer reflexão ou posicionamento mais ousado. Demonstra total alienação frente à transição pela qual passam os filhos, principalmente na esfera da sexualidade — tema ao qual Walter é, também, totalmente despreparado. Ela fica literalmente sem ação ao descobrir revistas adultas masculinas entre os guardados do filho. Constrangida, mas certa de que o rapaz necessita de aconselhamento, deixa à vista de Douglas um didático e ilustrado manual de reprodução. Praticamente em sigilo, deposita idêntico exemplar na bagagem de Carolyn, em partida para a lua de mel.


Walter Bridge (Paul Newman)

No entanto, apesar de tudo, somente India tem condições de saber de fato as causas do definhamento de sua melhor amiga, Grace (Danner). Esta — um espírito livre pouco dado às convenções e aos rigores de uma vida familiar fechada — não suportou as limitações do casamento com o respeitável banqueiro Mr. Gadbury (Pendleton). Entrou em lento processo de dissolução mental, culminando na ingestão de barbitúricos e no suicídio. India chora a morte de Grace. Mas Walter só vê no gesto extremo praticado pela amiga da esposa motivos para condenação e desprezo. Considera-a uma egoísta dissociada das expectativas de seu extrato social e francamente prejudicial ao marido.


O final do filme, bem pensado, enfatiza a falta de espírito prático de India. Ao tentar dirigir durante uma tempestade de neve, termina com o carro empacado entre o portal da garagem. Na situação, é impossível abrir as portas dianteiras do veículo. Ela é incapaz de pensar em alternativas simples para o problema: pedir socorro a plenos pulmões, quebrar os vidros ou se movimentar para as portas traseiras do carro. Com India horas a fio prisioneira da condução, Mr. e Mrs. Bridge – Cenas de uma família chega ao epílogo. Letreiros explicativos, antes dos créditos finais, informam que Walter chegou a tempo de salvá-la, não deixando de demonstrar, evidentemente, profunda irritação com o incidente.



Walter Bridge (Paul Newman)

Terminada a projeção, fica-se com a impressão de que o filme deixou a desejar. Parece que o excesso de contenção percebido entre os Bridge afetou o andamento da produção. Um pouco mais de ousadia narrativa seria, talvez, suficiente para permitir maior cumplicidade do público com o drama familiar apresentado. A direção e o roteiro poderiam dar maior atenção à emergência de novidades corroendo a estabilidade de velhas estruturas, o que seria plenamente possível se as relações entre pais e filhos fossem objeto de maior ênfase. Mas a opção da realização pela abordagem episódica, de acordo com os originais literários, somente provocou dispersão. Algumas partes armadas com maior coesão não fariam mal a Mr. e Mrs. Bridge – Cenas de uma família. Por outro lado, apesar do esforço de buscar o máximo de fidelidade aos valores da época abordada, algumas passagens parecem fora do tempo e lugar. Por exemplo: a cena de Ruth entregue às praticas libidinosas com o namorado, no chão da sala de estar da casa de seus pudicos e conservadores pais, não seria demasiado avançada para o contexto?


No quesito interpretação os resultados são melhores. Paul Newman transmite a sensação de carregar nas tintas na caracterização de Walter Bridge. Mesmo assim, é delicioso vê-lo na pele de alguém que é totalmente o seu oposto na vida real. Joanne Woodward está impagável como India. A atriz consegue passar, na justa medida, a imagem de uma pessoa carregada de frustrações, totalmente conformada às limitações impostas por seu estado social e que, mesmo assim, procura se destacar no cumprimento adequado das funções esperadas do seu papel de esposa e mãe: agradar o marido e fornecer apoio aos filhos, mesmo não encontrando a devida correspondência. A representação de Danner Blythe para a infeliz Grace também merece destaque. A lamentar o fato de a personagem não ter merecido posição mais destacada no drama.


O esforço de Joanne Woodward foi recompensado. Por sua atuação recebeu indicação a Melhor Atriz, em 1991, ao Oscar e aos prêmios do Chicago Film Critics, Independent Spirit, Globo de Ouro (categoria drama) e, na Itália, ao David di Donatello (atriz estrangeira). Pelo Kansas City Film Critics Circle (1991) e New York Fim Critics (1990) foi eleita a Melhor Atriz. Ficou em segundo lugar na eleição da melhor interpretação feminina para o Los Angeles Film Critics e National Society of Film Critics.


Joanne Woodward como India Bridge

Mr. e Mrs. Bridge – Cenas de uma família foi premiado pelo National Board of Review, que o listou entre as dez mais importantes realizações de 1990. No mesmo ano, o New York Critics Circle premiou Ruth Prawer Jhabvala pelo Melhor Roteiro.


James Ivory recebeu, no Festival de Veneza, os prêmios Golden Ciak e o Panisetti pela realização do Melhor Filme de 1990.




Roteiro: Ruth Prawer Jhabvala, com base nas novelas de Evan S. Connell, Mr. Bridge e Mrs. Bridge. Produção associada: Humbert Balsan (França), Mary Kane. Produção executiva: Robert Halmi Jr. Direção de fotografia (Technicolor): Tony Pierce-Roberts. Montagem: Humphrey Dixon, Andrew Marcus. Produção de elenco: Joanna Merlin, Laura Nelson (Kansas City). Desenho de produção: David Gropman. Direção de arte: Karen Schulz Gropman, Régis Des Plas (França). Decoração: Joyce Anne Gilstrap. Figurinos: Carol Ramsey. Penteados: Vera Mitchell, Cécile Gentilin (não creditada). Assistente de penteados: Lisa Tomblin. Maquiagem: Toy Russell-Vanlierop. Maquiagem de Paul Newman: Monty Westmore. Supervisão da produção: Donald Rosenfeld. Assistente de gerente de unidade de produção: Clément Sentilhes (não creditado). Assistentes de direção: Patrick Delabrière (França), David Sardi. Segundo assistente de direção: Matthew H. Rowland. Responsável pelo departamento de arte: William Xavier Acedo. Áreas verdes: Buck Buchan. Chefe de carpintaria: Edward E. Dischner. Carpinteiros: Laura Eisen, Charles Élson, Martin E. Herst. Arte cênica: Stephen Goldblatt. Contra-regra: Sandy Hamilton, Deborah Morgan, Bryan E. Jordan (não creditado), Eric Luling (não creditado). Assistente da coordenação de construções: Kelly Hemenway. Coordenação de construções: Jeff Owens. Assistente de direção de arte: Rosanna Sacco (França). Camareiro no set: Joseph Weissbeck. Edição de som: Lori Ben-Yakir, Tony Martinez, Dan Edelstein (não creditado). Regravação de som: David Boulton, Randall Coleman, Deborah Wallach. Operador de microfone: Bill Fibben. Mixagem da regravação de som: Tom Fleischman. Supervisão da edição de som: Robert Hein. Assistente da edição de som: Sylvia Menno. Mixagem de som: Ed Novick. Aprendiz de edição de som: Shari Johanson (não creditado). Ruídos de sala: Brian Vancho (não creditado). Efeitos especiais: Ken Owen, Don Tipton. Coordenação de efeitos especiais: Jeff Owens. Supervisão de efeitos especiais: Neil Trifunovich (não creditado). Estagiário de câmera: Aaron Anawalt. Fotografia fixa: Mikki Ansin. Segundo assistente de câmera: Bonnie S. Blake. Boy da eletricidade: Steve Cohagan. Eletricista-chefe: William Farber. Boy da mecânica: Toulouse Holliday. Mecânica: John Janusek. Assistente da mecânica: Vito Mirabella. Fotógrafo no Canadá: Larry Pizer. Mecânico principal: Keith Talley. Eletricistas: Andy Taylor, Kevin Welsh (não creditado). Primeiro assistente de câmera: Jeffery J. Tufano. Mecânico da dolly: Steve Gilbert (não creditado). Assistente de câmera: Eric Schmidt (não creditado). Produção associada de elenco: Tricia Tomey. Assistente de confecção de figurinos: Linda Carol Flake. Guarda-roupa: Noelle Lewis. Assistente de figurinos: Varcra Russal. Consultoria especial para figurinos: J. Stanley Tucker. Supervisão de guarda-roupa: Marcia Whitney. Correção de cor: Mark Ginsberg. Aprendiz de montagem: Kelly Irvine, Susan E. Novick. Assistentes de montagem: David Lane, Kate Mcdonald. Consultor da montagem: Joseph Violante. Direção musical: Robert Black. Gravação musical: Michael Farrow, Sue Fisher. Orquestração: Robert Stewart. Músicos: John Moses (clarinete, não creditado), Blair Tindall (oboé, não creditado). Coordenação de transportes: Jim Deck. Coordenação do carro de filmes: George Dixon. Motoristas: Troy Flynn, Gracie Klein, Jeanine Klein, Evan Skinner. Coreografia: Elizabeth Aldrich. Auditoria da produção: Deborah Bacquel. Tutor em Shakespeare para Paul Newman: Senator Bob Dole. Gerente de locações: Lisa W. Strout, Alexandre Déon (França). Assistentes gerais: Helen Ostenberg, Thomas Marshall, Randi Snitz, Daniel Soane. Assistente para James Ivory: Tom Freeman. Pesquisa de locações: Joe Friedman (França). Assistente da secretaria de produção: Judy-Anne Goldman. Coreografia: Charlotte Gosset (França). Continuidade: Lisa Krueger. Assistentes de produção: Joseph Kuhr, Susan Lawrence, Elizabeth Swisher, Daniel E. Taylor, Damienne Caron (não creditado). Assistentes de produção no set: Maggie Murphy, Christina Stauffer. Assistente de gerente de locações: Patsy Nichols. Assistente para Paul Newman e Joanne Woodward: Darice O'Mara. Assistente de equipe: Kim Payne. Secretaria de produção: Patti Watkins, Patricia Saverino (França). Gerente de escritório da produção: Teresa Zaccagno (Nova York). Agradecimentos especiais a: Kirk Doan (Manions International Action House Inc.), Gary Gonder (The Missouri Film Commission), Chuck Haddix (Marr Sound Archives and Conservatory), University of Missouri, Dale Jones (Manions International Action House Inc.), Terry McEvoy (The City of Ottawa Film Police), William Morris (Manions International Action House Inc.), John Selzer (Shawnee Mission West High School Music Department), Jeff Springer (Manions International Action House Inc.), Joe Tucker (Manions International Action House Inc.), Barbara Zimmermann, Matthew Zimmermann, City of Ottawa Film Office, Credit Lyonnais, Gieves & Hawkes, KFDI, Killiam Shows (imagens da Segunda Guerra Mundial), The Missouri Film Commision, Musée du Louvre, Nelson-Atkins Museum of Art. Companhia de corte de negativos: T.A.B. Cutting. Companhia de efeitos óticos: The Effects House. Publicidade: Rogers & Cowan. Facilidades de pós-produção: Sound One Corporation. Planejamento da sequência de créditos de apresentação: Balsmeyer and Everett. Estúdios de gravação musical: RCA Recording Studios. Companhia de acabamentos de interiores: Brunschwig & Fils. Aluguel de trajes de época: Helen Uffner Vintage Clothing. Tempo de exibição: 126 minutos.


(José Eugenio Guimarães, 1992; revisto e ampliado em 2001)

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