domingo, 13 de julho de 2014

DISNEY SAÚDA FRANK CAPRA E GEORGE BAILEY EM REALIZAÇÃO DO ROTINEIRO NORMAN TOKAR

Minhas memórias de cinéfilo aprendiz ainda guardam com carinho as imagens de Nunca é tarde para amar (Follow me, boys, 1965). É o último filme de ação viva da Walt Disney Productions a contar com a supervisão direta do fundador da empresa. Walt morreria alguns dias após a estreia. Protagonizado por Fred MacMurray e Vera Miles, também reserva espaço ao jovem Kurt Russell. A direção é do rotineiro Norman Tokar, pau-para-toda-obra da companhia. A história contém influências de A felicidade não se compra (It's a wonderful life, 1946), de Frank Capra. George Bailey (James Stewart), personagem central dessa realização, tem prolongamentos no Lemuel Siddons vivido por MacMurray. É o típico filme para "toda a família" da Disney. Celebra os valores considerados positivos e a mítica fraternidade comunitária. Hoje, Nunca é tarde para amar deve fazer parte do rol das realizações démodé. Jamais o revi. Mas a apreciação a seguir, de 1976, chama a atenção para essa possibilidade. 







Nunca é tarde para amar
Follow me, boys!

Direção:
Norman Tokar
Produção:
Walt Disney (não creditado)
Walt Disney Productions
EUA — 1965
Elenco:
Fred MacMurray, Vera Miles, Lillian Gish, Charles Ruggles, Elliott Reid, Kurt Russell, Luana Patten, Ken Murray, Donald May, Sean McClory, Steve Franken, Parley Baer, William Reynolds e os não creditados Tol Avery, David Alan Bailey, Richard Bakalyan, Sherwood Ball, Johnny Bangert, Madge Blake, Billy Booth, Willis Bouchey, Dean Bradshaw, Hank Brandt, Kevin Burchett, Donnie Carter, Duane Chase, Jimmy Cross, Ronnie Dapo, Mike Dodge, Colyer Dupont, Michael Flatley, Craig Hill, Warren Hsieh, Ricky Kelman, John Larroquette, Kit Lloyd, Michael Mason, Tim McIntire, William Mills, Dean Moray, Jimmy Murphy, Tony Regan, Carl Reindel, Dennis Rush, Bryan Russell, Eddie Sallia, Gregg Shank, William Soo, Keith Taylor, Harry S. Truman, Greger Vigen, Charles Wagenheim, Adam Williams, Robert Williams, Dick Winslow, John Zaremba. 



Norman Tokar: pau-para-toda-obra à frente de rotineiras realizações da Disney


O livro God and my country, de MacKinlay Kantor, conta história de sabor tipicamente estadunidense, caríssima aos valores comunitários centrados nas pequenas cidades interioranas da terra do Tio Sam. Esses locais de população reduzida e bases essencialmente rurais muito contribuíram para erguer o mito do indivíduo que vale por seus próprios termos. É geralmente um homem simples, capaz de fazer a diferença, não em proveito próprio, mas do que se convencionou chamar o bem comum, residência das necessidades alheias. No filme derivado do livro, a partir do roteiro convencional de Louis Pelletier, esse alguém é Lemuel Siddons, interpretado por Fred MacMurray. Este ator talentoso e pouco prestigiado, marcado por expressão tão mundana e otimista, vem atribuindo ar de saudável veracidade às realizações protagonizadas por gente de carne e osso da Walt Disney Productions desde que estreou nesse universo personificando Wilson Daniels em Felpudo, o cão feiticeiro (The shaggy dog, 1959), de Charles Barton. Daí para cá é presença regular nos dramas e comédias da companhia. Com exceção do excêntrico milionário identificado como Father no enfadonho Quando o coração não envelhece (The happiest millionaire, 1967), de Norman Tokar, MacMurray comparece na pele de personalidades corriqueiras capazes de encantar a existência dos demais mortais. Assim é com o abilolado inventor professor Ned Brainard, presente em duas realizações de Robert Stevenson, O fantástico super-homem (The absent-minded professor, 1961) e O fabuloso criador de encrencas (Son of flubber, 1963); o enfadado turista Harry Willard perdido na Paris de Bon voyage, enfim Paris! (Bon voyage!, 1962), de James Neilson, e o sempre atarefado Charley Appleby de Charley and the angel (1973), de Vincent McEveety.


Lemuel Siddons, interpretado por Fred MacMurray, acaba de chegar na pequena Hickory


Nunca é tarde para amar é história de longo curso, daquelas que cobrem uma existência. Inicia-se na década de 30 e avança por aproximadamente 20 anos. Corre o duro período da Grande Depressão, não mencionado pelo roteiro. Mas, pode-se dizer, o protagonista é vítima do desastre econômico. É saxofonista de um grupo de músicos itinerantes, que percorre o país em busca de alguns trocados. Durante os trajetos e folgas das apresentações, o insatisfeito Lemuel Siddons tenta ampliar os conhecimentos na área de Direito. Quer ser advogado. Mais que nunca necessita da tranquilidade de pouso certo e permanente, para organizar os rumos da vida.


O ônibus da troupe para rapidamente na pequena Hickory, com cerca de 5 mil habitantes em pleno meio-oeste. Parece pacata o suficiente às necessidades do músico insatisfeito. É aí que ficará. Está experimentando a temperatura do lugar quando conhece Vida Downey (Miles), funcionária do banco local. É amor à primeira vista, apesar de não correspondido de imediato. Lemuel soou antipático à exigente e respeitável moça. Prudente, ela não daria bola ao forasteiro sem relações sólidas com a comunidade. Ainda por cima, há as pretensões do ambicioso e pouco honesto Ralph Hastings (Reid), patrão da garota. Ele fará de tudo para minar as apaixonadas boas intenções de Lemuel. Além de gerenciar o banco, é sobrinho de Hetty Seibert (Lillian Gish), rica e respeitável matriarca de bom coração, pessoa mais influente de Hickory. Em filmes assim, sabe-se de antemão: passados alguns percalços, Vida e Lemuel ajustarão os ponteiros.


Vera Miles no papel de Vida Downey

Ralph Hastings (Elliott Reid) e Vida Downey (Vera Miles)

A matriarca Hetty Seibert (Lillian Gish)


Determinado, Lemuel logo arruma trabalho. Emprega-se como faz tudo na casa de comércio do generoso John Everett Hughes (Ruggles). Não demora a se integrar às atividades comunitárias, como bom e interessado cidadão, de início para impressionar Vida. Diante de séria questão levantada pela municipalidade, sobre o estado pouco promissor de jovens e crianças, sempre nas ruas e sem o que fazer, Lemuel assume a paternidade pela criação de um destacamento de escoteiros. Logicamente, será o responsável pela tropa, justificando-se assim o título original do filme: Follow me, boys! ("Sigam-me, garotos!").


O problemático e órfão  Whitey (Kurt Russell) adotado pelo chefe dos escoteiros Lemuel Siddons (Fred MacMurray)

  
O que seria atividade provisória, prolonga-se por toda a vida. Durante 20 anos, Lemuel Siddons será animador e exemplar orientador da mocidade de Hickory. Ao longo desse tempo, contrai matrimônio com Vida. Não terão filhos, mas os escoteiros preencherão essa lacuna, principalmente o problemático Whitey (Russell), filho do alcoólatra Edward White (McClory). Será adotado pelo casal, ao perder o pai. O filme é uma história de renúncia em prol do outro. Lemuel nunca terá tempo para se graduar formalmente em Direito. Mas será agraciado ao final, em grandiosa e calorosa homenagem dos cidadãos, principalmente dos garotos que orientou, já adultos e encaminhados. Na ocasião, preenche um vazio ao receber o título de Bacharel Honorário. Afinal, demonstrou aptidão jurídica ao defender em juízo a sanidade de Hetty Seibert contra as pretensões monopolizadoras do sobrinho.


Nunca é tarde para amar é a última realização de ação viva da Walt Disney Productions a contar com a supervisão direta do fundador da empresa. Ele morreu em 15 de dezembro de 1966, duas semanas após a estreia, com sucesso, do filme. Walt Disney sempre foi admirador confesso de Frank Capra, principalmente de A felicidade não se compra (It's a wonderful life, 1946) e seu protagonista George Bailey (James Stewart). Há pontos de contato entre essa realização e o filme de Tokar. Siddons e Bailey se parecem. Vivem em cidades pequenas. A elas, principalmente aos moradores mais necessitados, dedicaram significativas parcelas de suas existências, ao preço do sacrifício de seus projetos mais pessoais.


Kurt Russell é o rebelde e arredio Whitey

  
Infelizmente, de Nunca é tarde para amar não emana calor tão intenso e vibrante como em A felicidade não se compra. A realização de Norman Tokar é por muitos reputada como uma das melhores encenações de ação viva dos Estúdios Disney durante os anos 60. De fato, é! Mas o diretor nunca foi dado às ousadias criativas. Sempre ficou relegado à rotina. É no carisma dos intérpretes, principalmente de Fred MacMurray e Kurt Russell, que reside o poder de atração do filme. Pouco se exige da fordiana e hitchcockiana Vera Miles.


Não que o filme seja desinteressante. Longe disso. Chega a ser delicioso, principalmente em seus primeiros 80 minutos. Nesse tempo, a história avança com certo frescor e dinamismo. Mas os 50 minutos restantes — dedicados às demais gerações formadas por Lemuel, com o personagem entrando em idade avançada, seguindo-se as homenagens que lhe serão prestadas pela comunidade — são solenemente arrastados em alguns momentos e apressados em outros. Ainda há uma sequência mal ajustada, com jeito de interregno cômico: Lemuel e os escoteiros se envolvem acidentalmente com manobras voltadas ao treinamento de soldados para a Segunda Guerra Mundial.


Vida Downey (Vera Miles) e Lemuel Siddons (Fred MacMurray)


A falta de ousadia narrativa decorre do fato de Nunca é tarde para amar se situar entre as muitas realizações "saudáveis" da Disney Productions. É produto a ser degustado sem muita dificuldade, "por toda a família", segundo os prospectos publicitários. Tem a vantagem de propagar mensagem positiva e evitar o tom melosamente piegas. Porém, não deixa de se render ao sentimentalismo que compra a fácil e imediata adesão do espectador médio e pouco exigente. Por outro lado — e aí já não é culpa do filme —, ao ser visto 10 anos após realizado deixa a sensação de que o fator tempo — em suas relações com visões de mundo e readequação de posturas e costumes —, afetou-o negativamente. Parece ultrapassado — infelizmente — em sua celebração dos valores comunitários e preocupação desinteressada com o bem comum. Os tempos de agora abrem espaços ao cinismo e niilismo. Com isso, os temas destacados pelo filme tendem a ser percebidos como caretas, quando não chauvinistas e anacrônicos. Assim, se apreciado de forma apressada periga ser facilmente relegado com tudo o que pode ter e significar de bom.


Lemuel Siddons (Fred MacMurray) tenta dobrar o refratário Whitey (Kurt Russell)


Kurt Russel tem em Nunca é tarde para amar seu primeiro papel de destaque. Atualmente é presença constante em várias produções standard da Disney: Sindey Bower em The one and only, genuine, original Family Band (1968), de Michael O'Herlihy; Ronnie Gardner de A sorte tem quatro patas (The horse in the gray flannel suit, 1968), de Norman Tokar; Rich em Guns in the heather (1969), de Robert Butler; Dexter Riley de Viva o garotão prodígio! (The computer wore tennis shoes, 1969), de Robert Butler; Steven Post em O chimpanzé manda-chuva (The barefoot executive, 1971), de Robert Butler; novamente Dexter Riley de Now you see him, now you don't (1972), de Robert Butler; Ray Ferris em Charley and the angel (1973), de Vincent McEveety; Bart de Superdad (1973), de Vincent McEveety (1973); novamente Dexter Riley em O homem mais forte do mundo (The strongest man in the world, 1975), de Vincent McEveety.


Russel começou a atuar aos nove anos, em 1962, com participações não creditadas nas séries de TV Dennis the menace e The Dick Powell show. Também marcou presença em episódios de Perdidos no espaço, Laredo, The FBI, A ilha dos birutas, The legend of Jesse James, O homem de Virgínia, O agente da U.N.C.L.E., Gunsmoke etc. Não chega a ser extraordinária, mas não deixa de ser tocante sua atuação em Nunca é tarde para amar, principalmente nos momentos em que tenta assumir os cuidados com o pai alcoólatra que o constrange socialmente. Ou ao marcar posição arisca e resistente diante dos escoteiros, antes de se tornar um deles e encontrar maior segurança emocional.


Walt Disney na sequência de apresentação de Follow me, boys!


Harry Truman, presidente dos Estados Unidos ao longo de dois mandatos sucessivos (1945-1953), participa do elenco devido à utilização de sua voz em arquivo de áudio.





Roteiro: Louis Pelletier, baseado no livro God and my country, de MacKinlay Kantor. Direção de fotografia (Technicolor): Clifford Stine. Música: George Bruns. Direção de arte: Carroll Clark, Marvin Aubrey Davis. Figurinos: Bill Thomas. Montagem: Robert Stafford. Co-produção: Winston Hibler. Som: Robert O. Cook. Maquiagem: Jim Fetherolf, Pat McNalley. Decoração: Emile Kuri, Frank R. McKelvy. Efeitos especiais: Eustace Lycett. Assistente de direção: Terry Morse Jr. Mixagem de som: Robert Post. Orquestração: Walter Sheets. Penteados: La Rue Matheron. Supervisão de som: Robert O. Cook. Arte matte: Jim Fetherolf. Dublês (não creditados): Jerry Brutsche, Jesse Wayne (para Kurt Russell), Jesse Wayne. Confecção de vestuário: Chuck Keehne, Neva Rames, Luster Bayless (não creditado). Edição musical: Evelyn Kennedy. Assistente para o produtor: Jerome Courtland. Apresentação: Walt Disney. Sistema de mixagem de som: RCA Sound Recording. Tempo de exibição: 131 minutos.


(José Eugenio Guimarães, 1976)

4 comentários:

  1. Gravei este filme há alguns dias para ver, no canal CULT da SKY.
    E observando o destaque desta semana ser exatamente o filme que tinha gravado, acabo de assisti-lo

    O cinema atual ganhou em avanços tecnológicos, mas perdeu muito de sua originalidade.

    Ver uma fita como esta é um lazer, uma graça, um prazer. Assistir a filmes como este nos infringe uma sensação de paz, de bem estar, de harmonia com a vida e tudo que nos cerca. Faz também com que nos vejamos humildes, alegres, felizes e desobrigados de coisas mais severas e diversas, circunstancias estas que a sangria do dia a dia atual conseguiu afastar de todos nós.

    Nunca é Tarde Para Amar não é o filme mais belo ou mais importante que o cinema já criou. Mas tem a exata cara das fitas da Disney; filmes simples, gostosos de ver, fitas que se pode assistir com toda a família e, mais ainda: fitas peculiares à Disney pois, se bem observado, estas películas até o colorido consegue se alterar de fitas demais. Ou seja; se se pegar uma fita desta já iniciada, fácil se descobre que é um filme da Disney. Pode parecer incrível tudo isto, mas é pura realidade.

    MacMurray, aqui com 58 anos de idade, é o dono do filme. Ele está em 95% de todas as tomadas deste.
    Sempre um ator muito regular, mas pouco prestigiado, conforme cita o editor, mas que me fez seu fã desde adolescente com seus filmes de westerns ( Na Fúria de Uma Sentença, A Última Etapa, Aventura Sangrenta, A Dois Passos da Forca, A Mancha de Sangue, dentre mais alguns) faz aqui mais um trabalho mestrado dentro de sua inalterável forma de interpretar.

    O que me surpreendeu foi ver o Kurt Russel garoto e com um bom trabalho interpretativo, situação que antes jamais conhecera.

    A Vera, ainda muito bonita, está meio de apoio ao dono da película, o MacMurray.

    Sobre o Tokar, que o amigo diz ter sido o "faz tudo" na Disney, por conhecer muito pouco de seu trabalho nunca me despertou a atenção. E, para ser bem sincero, ele não é um diretor dono de um poder de segurança estável ou de capacidade de modificar situações, ou não permitiria alguns momentos "dispensáveis" do filme tornar Nunca é Tarde Para Amar tão longo (131min.)

    Porém, de um modo geral, como sou um tanto quanto saudosista, gosto de ver ou rever filmes da época de minha adolescência pois, além de leves, gostosos de assistir e de me reapresentarem aos heróis que tanto idolatrei, me trazem frescor à mente e me transportam a momentos quase mágicos.

    jurandir_lima@bol.com.br

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    1. Olá, Jurandir!

      Então NUNCA É TARDE PARA AMAR está na programação do Telecine Cult? Bom saber disso. Ficarei de olho. Pelos mesmos motivos que você destacou, gosto de rever esses filmes da Disney, que tanto marcaram a minha infância e adolescência. Não perdia nenhum deles, sempre que eram exibidos na minha Viçosa/MG.

      Estou querendo, já há algum tempo, rever uma produção da Disney, também filmada nos anos 60. Não é um grande filme. Pelo menos, creio que não, para os padrões da companhia e também para os dias de hoje. Também é dirigido pelo Norman Tokar. Refiro-me a "Um tigre caminha pela noite" ("A tiger walks", 1964). No elenco estão Brian Keith, Vera Miles, Pamela Franklin, Arthur Hunnicutt, Sabu, Una Merkel etc. As realizações da Disney que vi ao longo dos anos 60 permanecem vivas nas minhas recordações. Algumas foram realizadas por Norman Tokar, como SOMENTE OS FRACOS SE RENDEM ("Those Calloways" , 1965), com Brian Keith, Vera Miles e Brandon De Wilde; NA TRILHA DOS APACHES ("Savage Sam", 1963), com Brian Keith e Tommy Kirk, ASTÚCIA DE UM REBELDE ("Big Red", 1962), com Walter Pidgeon, e UM AMOR DE COMPANHEIRO ("The Ugly Dachshund", 1966), com Dean Jones, Suzanne Pleshette e Charles Ruggles. Bem que o Telecine Cult poderia aproveitar a oportunidade para apresentar todos esses filmes.

      Um abraço.

      José Eugenio Guimarães

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    2. Amigo Eugenio,

      Me manda seu email pessoal, pois todos os dias vejo muitas programações como ( CULT, TCM, CANAL BRASIL E TELE CINE). Estes são canais que repasso diariamente e, assim, poderia lhe informar quando passar qualquer filme da Disney. OK?

      jurandir_lima@bol.com.br

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    3. Olá, Jurandir;

      Apenas para registro... Estou encontrando tempo para responder a comentários há muito postados e que não me encontraram disponível. Como sabe, já lhe passei meu endereço de e-mail. Fique à vontade para utilizá-lo, ainda mais no envio de recomendações que se fizerem pertinentes segundo o julgamento do amigo.

      Abraços.

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